Ano 1723 do Sagrado Calendário Estelariano - Dragórios
Esta era não tem uma identidade, a não ser o fato de estar em constante mudança. Os reinos que conseguiram se estabelecer após a queda do império avançam em relativa paz, o comércio se expandiu e tornou-se comum. As evoluções dos navegantes possibilitaram contato maior com outras ilhas e regiões do continente até então pouco conhecidos. O início da sétima era foi marcado por um conflito entre o reino dragoriano e Dávia, um reino nórdico governado pelos poderosos Deva.
Durante a sétima era foi notada a existência de poderosas criaturas que costumam realizar grandes feitos e ter seu nome cantado em canções. A estas pessoas se chamam pelo nome genérico de “Aventureiros” ou “Heróis”. Poucos conseguem se tornar heróis, e não necessariamente eles são bondosos. Existem heróis que usam seus poderes para o mal. A cultura dos heróis é presente entre os habitantes de Esdra, sendo que eles correspondem por uma parte ínfima da população.
O declínio do império deixou profundas cicatrizes na sétima era de Esdra. Muitos reis e líderes tribais passaram a rechaçar a glória que o antigo império humano trouxera a seus reinos, destruindo as estradas e construções importantes que remontavam a era dos doze reis. Em muitas regiões o caos completo passou a imperar, criando grandes áreas sem lei no imenso continente de Eroth.
As civilizações e nações passaram a ser mais isoladas nesta era. As grandes e imponentes estradas estelarianas tornaram-se alvos fáceis de ladrões e saqueadores de todos os tipos e logo alguns monstros perceberam que poderiam obter comida facilmente freqüentando algumas estradas. Tornou-se comum ver grandes comerciantes contratando aventureiros para acompanhar suas caravanas pelas estradas que atravessam o continente.
Dentre alguns dos grandes heróis desta época, é válido destacar Gabriel Arch, Bartholomeu Wite, Tilintalos Verin.
Meu pai, Vitor II é o atual rei de Dragória.
- Princesa Sophia de Dragória. -
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